sábado, 15 de fevereiro de 2014

A história da possível múmia alien numa pirâmide egípcia: fato ou farsa?!

Em 1997, o pesquisador Viktor Lubek teria descoberto uma múmia de um ser alienígena no Egito, junto a alguns sarcófagos de escribas, cães e gatos. Entretanto, só em 2003 que houve o anúncio através de uma matéria jornalística sensacionalista na revista “Weekly World News”. Uma das informações dizia que a tal múmia foi levada para a Universidade da Flórida, onde egiptólogos iriam examiná-la.


Um dos maiores problemas é que o pesquisador Viktor Lubek parece não existir, ou pode ser o pseudônimo de alguém. De acordo com a matéria da revista, ele seria checo, mas não há nenhuma referência a ele nas versões da Wikipédia, em sites checos, em associações de pesquisadores de História, Arqueologia ou Paleontologia, muito menos na Universidade da Filadélfia, onde o jornalista redator diz que o pesquisador se graduou.

Para alguns céticos, a história da múmia egípcia é um fato isolado, criado pela revista com fama de sensacionalista, para atrair curiosos e aumentar sua tiragem. Para outro grupo de pessoas, Viktor Lubek existe, sim, mas é o pseudônimo de algum estudioso que não gostaria de destruir sua carreira no mundo cético ao afirmar que existem seres de outros mundos mumificados no Egito, por exemplo.


As informações da matéria norte-americana...
Em uma pequena pirâmide onde se encontra a Rainha Sesostris, ao sul das ruínas da pirâmide onde está enterrado o Faraó Senuseret II, que governou o Egito por volta de 1880 a.C., a 180 quilômetros de Cairo, o pesquisador Viktor Lubek encontrou uma misteriosa criatura que tem sido identificada como uma possível múmia extraterrestre. O local onde o corpo teria sido encontrado é um compartimento oculto da pirâmide de Sesostris.


A criatura, que tem cerca 1m60 de altura, de aparência extremamente frágil, foi sepultada com honras especiais, junto com um conjunto de estranhos objetos, semelhantes a máquinas feitos de material resistente, aparentemente, sintético e ausentes em outras tumbas egípcias – que os arqueólogos não puderam identificar. O processo de mumificação do ser inclui outra insólita característica: o corpo, envolto em um tecido que parece ser linho, estava coberto com uma mistura de ouro e argila, o que não é comum nem mesmo nos faraós mais famosos do período do Egito Antigo.

Inscrições no túmulo, segundo uma suposta descrição da fotografia que se encontra no Egyptian Antiguities Department, extraída e divulgada por uma fonte anônima, indicam que o estranho ser era conselheiro do faraó e seu nome foi decifrado e identificado como sendo Osirunet, significando “Enviado do céu”. Essa situação coloca ainda mais mistério sobre o pequeno alien, o que ainda corrobora com os crédulos da teoria dos deuses astronautas: aliens que vieram à Terra e ensinaram tecnologia e civilização aos homens eram considerados deuses por nossos antepassados por serem “superiores”.

Atualmente, não se sabe onde está a múmia. Sua datação, já que foi encontrada na pirâmide da Rainha Senuseret, remonta cerca de dois mil anos e suas feições seriam reconhecidas por qualquer ufólogo como pertencentes a um alienígena grey. O Museu do Cairo também possui o registro da imagem de desses alienígenas do Antigo Egito representada em um antigo mural.


A suposta presença de outros alienígenas no Antigo Egito...
O jornalismo amador sobre os temas extraterrestres torna o assunto motivo de desprezo pela ciência ortodoxa, acadêmica, mas imagens como essa, desse estranho ser representado em um antigo mural egípcio são como um tipo de redenção para os estudiosos da arqueologia e história dos alienígenas, uma evidência da presença de visitantes cósmicos ou de seres não-humanos comuns em tempos remotos, convivendo com os povos da Antiguidade.

A descoberta deste extraterrestre em um sítio arqueológico egípcio não é única. Há mais de 120 anos, achados semelhantes intrigam os pesquisadores. Outros espécimes estariam sob a custódia do Britsh Royal Museum of Natural History, mas o curador deste museu, em Londres, não fala sobre o assunto.

Provas fotográficas de uma dessas múmias, acondicionada em um sarcófago, foram coletadas em vídeo e livros pelo pesquisador David Innis. De acordo com este pesquisador, junto à sepultura lendária de Tutankhamon, foram encontrados e escondidos sarcófagos de possíveis alienígenas, também enterrados com honras e pompas. Sobre esses registros fotográficos do achado na tumba de Tutankhamon, Inner escreveu: “o que está prestes a ser mostrado é algo sobre o que nunca se ouviu falar”. O que nunca foi dito é que, quando a múmia do rei-menino foi descoberta por Howard Carter em 1920, junto a ela, estavam sepultados artefatos de ouro e as múmias de dois bebês. Uma dessas múmias é um suposto alienígena grey.