quinta-feira, 30 de janeiro de 2014

Por que os avistamentos de Ovni’s aumentam tanto durante as guerras?!

Hoje vamos debater um pouco sobre um dos casos mais estudados pelos ufólogos na contemporaneidade: o possível motivo com que haja tantos avistamentos de supostos objetos voadores não-identificados em períodos de guerras. O assunto começou mesmo antes de Roswell, caso que inaugura a ufologia, ocorrido em 1947, sendo percebido a partir de 1938, um ano antes do início da Segunda Guerra Mundial (1939-1945).


De acordo com os relatos de ex-combatentes em diversas guerras do século 20, sendo que a grande maioria prefere o anonimato em relação a este tipo de depoimento, nesses períodos conturbados da história recente são diversos os avistamentos de inúmeros supostos Ovni’s. Durante a Segunda Guerra houve até o avistamento dos “foo-fighters”, que você pode ler em um post mais antigo deste blog.

Para os céticos, o aumento da possível presença de objetos voadores não-identificados nas guerras se dá a partir do momento em que as sociedades bélicas testam novas armas, novas tecnologias. Foi assim, por exemplo, durante a Primeira Guerra do Golfo (1991), quando a aeronáutica norte-americana colocava em teste os chamados “aviões invisíveis(foto abaixo) sobre o Iraque e o Kuwait.


Para uma corrente da ufologia a explicação dos avistamentos não é tão simples assim. Para eles existe um outro lado da história, que muitas vezes ainda esbarra no sentido do deboche científico: alguns governos – desde muitos séculos – fazem uso de armas alienígenas, com alianças interplanetárias, para manterem a hegemonia e o monopólio do poder global. Assim, não seria de se espantar que os Estados Unidos tenham, em menos de 300 anos, passado de colônia à maior potência do mundo.

Desta maneira, nesta linha de raciocínio, tantos avistamentos seriam aliens e novas tecnologias ainda desconhecidas sendo colocadas à prova, à revelia, sem pensarem nos danos que seriam causados para os que utilizam tal tecnologia (como os pilotos e engenheiros aeronáuticos, por exemplo), bem como as populações que sofrem destes ataques (como os iraquianos em 1991 e os afegãos em 2001, por exemplo).


Acirrando ainda mais o debate sobre esta questão está a história da invenção dos radares por parte dos Aliados na Segunda Guerra Mundial e a história que os alemães inventaram para si mesmos a fim de explicarem os ocorridos depois de tal invenção.

1ª história – Como os Aliados estavam conseguindo “enxergar” os aviões nazifascistas e baterias antiaéreas durante as madrugadas, mesmo com a falta de luz nas cidades do continente europeu, alguns comandantes de Hitler explicaram que os pilotos britânicos estavam fazendo grande uso de cenoura, que seria bom para visão, e passaram a recomendar o seu uso entre os aviadores alemães;

2ª história – Os Aliados, com tal capacidade de “enxergarem” no escuro, muitos nazistas (famosos por seu misticismo exagerado) passaram a dizer que os britânicos estavam com superpoderes superiores, talvez vindos de ensinamentos interplanetários. Desta forma, os alemães passaram a crer piamente que os Aliados faziam uso de tecnologia avançada com a ajuda de aliens.


Em um consenso entre os cientistas de diversas áreas – ufologia, bioquímica, exobiologia, astronomia, astrofísica, física, meteorologia, aeronáutica, mecânica, engenharia etc. – acredita-se que o exagero de possíveis avistamentos de possíveis objetos voadores não-identificados tenha fundo na perspectiva do uso de novas tecnologias, que futuramente serão divulgadas – como no caso da Segunda Guerra Mundial era o uso secreto de radares, e na Primeira Guerra do Golfo, o uso de “aviões invisíveis”.