sábado, 6 de julho de 2013

Caso Mirassol: abdução, contatos imediatos e muito mais. Fato ou farsa?!

O conhecido caso Mirassol refere-se à suposta abdução do segurança Antônio Carlos Ferreira, ocorrida em uma fábrica de móveis na cidade de Mirassol, no interior de São Paulo, em 28 de julho de 1979, ganhando o noticiário ufológico de todo mundo. A abdução teria ocorrido no lugar de trabalho de Antônio.


Os encontros com alienígenas...
De acordo com seu relato, Antônio estava em seu local de trabalho às 3h da manhã, quando três figuras humanoides se aproximaram e o tranquilizaram com uma arma (que parecia arma de fogo), mas que disparava raios de luz. Os seres, então, teriam o levado para uma pequena nave que o carregou a uma nave maior. Uma vez no interior da nave, Antônio diz ter sido posicionado de frente a um dispositivo semelhante a uma televisão e viu uma série de imagens, antes de ser forçado a fazer sexo com uma alienígena feminina. Depois, ele foi tranquilizado novamente e levado de volta ao local de onde foi raptado.

Antônio descreveu seus raptores como seres de cerca de 1m20 de altura, com orelhas pontudas, olhos salientes e bocas humanas. Eles não possuíam sobrancelhas ou cílios e falavam em uma língua levemente parecida com japonês. Alguns também foram descritos como claros de pele e tinham cabelos negros, compridos e longos. Ele contou, ainda, que alguns dos seres tinham morfologias diferentes. Alguns eram negros. Outros aparentavam uma colocação esverdeada na pele. Mas todos tinham roupas eram brancas e brilhantes. Assim que levantaram voo, puseram máscaras. Ele descreveu a nave como esférica, com três pernas na parte de baixo, com um interior iluminado por luzes vermelhas e verdes, que ficavam mais intensas conforme se aproximavam do teto da espaçonave. Quando acordou, já estava deitado no pátio da empresa.


Antônio diz ter encontrado os alienígenas de novo em 1982. Dessa vez, a nave teria pousado perto dele, e a mulher com quem ele fez sexo e uma aparente criança alienígena o observaram. Antônio ainda diz ter tido mais um encontro no final daquele ano, no qual ele foi novamente levado ao interior de uma nave por um raio de luz verde. Uma vez lá dentro, num espaço que parecia um enorme salão, viu vários objetos menores estacionados. O vigia, neste novo encontro, teria sido levado até uma sala onde havia uma espécie de cama. Foi preso pelos braços, e, em seu braço esquerdo, os seres teriam colocado um aparelho enquanto injetavam em sua veia um líquido amarelo.

Mais tarde o teriam levado a um local mais amplo, onde estava o ser que na vez anterior surgira à porta com a estranha criança, que era idêntica aos demais: tinha pele escura, cabelos vermelhos e orelhas pontudas. Foi então que Antônio suspeitou que a criatura ao lado da criança deveria ser sua progenitora, que apenas olhava para o vigia.

Outros encontros se sucederam, totalizando 16 casos no período de 1979 a 1989, um recorde sem precedentes na pesquisa ufológica. Sua história foi pesquisada e analisada por muitos ufólogos brasileiros e estrangeiros. A conclusão desses estudos, ainda que nenhum deles em âmbito acadêmico ou pericial, foi unânime em pelo menos um aspecto: Antônio não mentiu em nenhum ponto de sua história, nem teria condições culturais para criar tudo o que diz ter passado. Alguns pesquisadores, no entanto, duvidam de que ele seja pai de uma criança extraterrestre, tendo sido esta apenas uma interpretação subjetiva diante de uma realidade tão complexa e diferente do universo de conhecimentos do vigia.


Com o tempo, o caso do segurança Antônio Carlos Ferreira, brasileiro, acabou caindo no esquecimento. Enquanto ele continua a afirmar que é pai de um ser de outra galáxia, não sabe de onde, mas que tem aparência humanoide.