sábado, 29 de junho de 2013

OSNI’s: você já ouviu falar neles? Então conheça um pouco hoje!

Neste blog, ou em diversos outros sites da internet, em filmes, em documentários, na televisão, nos jornais, na mídia em geral, na cultura pop... enfim, em todos os lugares ouvimos muito em falar nos Ovni’s, os objetos voadores não-identificados; em inglês: UFO, “unidentified flying object” ou “flying saucer”. Mas você já ouviu falar nos Osni’s? Eles são os chamados objetos submarinos não-identificados – em inglês “unidentified submerged objects (USO’s)”, e agora entram no debate da ufologia e entre os céticos nos últimos anos.


Os objetos submarinos não-identificados (Osni’s) seriam objetos ainda não estudados popularmente pelos técnicos da marinha e da aeronáutica, parecendo com Ovni’s, mas que surgem do meio aquático, principalmente grandes lagoas e em algumas partes dos oceanos do planeta. Em algumas partes da Terra há uma quantidade impressionante de avistamentos destes supostos objetos submarinos não-identificados, como por exemplo as praias de Los Angeles e os Grandes Lagos, nos Estados Unidos.

Entretanto, nos últimos anos os Osni’s ganharam atenção dos ufólogos, que começaram a coletar relatos em diversas partes do mundo: França, Inglaterra, Espanha, Brasil, Argentina etc. A Mufon, entidade global sem fins lucrativos que estuda essas evidências, tem se debruçado nesses relatos, fotos e vídeos que se multiplicam a todo instante. No Brasil, por exemplo, há relatos especialmente na Amazônia – como no famoso e controverso caso conhecido como “Operação Prato”. Já na Argentina é na área da Patagônia que os casos de supostos Osni’s são relatados com maior frequência.


Mais um pouco sobre o assunto...
Os chamados Osni’s são menos conhecidos, porém seriam a contraparte dos Ovni’s. Assim como relatos de avistamentos de discos voadores, muitos avistamentos de Osni’s são ordinários e praticamente impossíveis de obterem crédito por parte da comunidade científica.

De acordo com o que a Mufon relata, as pessoas que presenciaram tais ocorrências falam que os objetos submarinos não-identificados costumam ter luzes amarelas fluorescentes, verdes fluerescentes, azuis e roxas róseas, geralmente com formato oval ou globular. Segundo outros sites relacionados à ufologia, os Osni’s seriam experimentos de seres que viveriam nas profundezas dos oceanos e que a população em geral ainda não tem conhecimento, uma vez que só 7% das profundezas dos mares foram detalhadamente mapeados.


De maneira geral, os Osni’s costumam apontar em águas tranquilas, como em lagoas ou praias de água com pouca maré. A maior parte dos relatos tem horário certo: logo ao amanhecer e pouco depois do entardecer. Entretanto, há pouquíssimos vídeos e fotografias, ao contrário dos discos voadores, que já fazem parte da cultura pop desde o incidente em Roswell, em 1947, e várias produções caríssimas de Hollywood.

Nos novos estudos de ufologia, os Osni’s são, geralmente, igualados a folclores envolvendo supostos navios fantasmas, como o Caleuche e o Holandês Voador, ou clarões supostamente estranhos no meio do oceano, ou até mesmo o “mistério” envolvendo o Triângulo das Bermudas. Para os ufólogos, os navios fantasmas foram as formas encontradas pelas populações dos séculos passados para explicarem os objetos submarinos não-identificados; da mesma forma estariam ligados os estranhos fenômenos espaço-temporais no Triângulo das Bermudas.


Entretanto, demais estudiosos e céticos em geral apontam que os Osni’s podem ser explicados sem maiores mistérios. Os flashes de luz bioluminescente podem ser explicados por animais abissais que emitem a própria luz no escuro, enquanto vêm à superfície da água para se alimentarem à noite. Nota-se, também, que muitos relatos de Osni’s são próximos a importantes bases da marinha e da aeronáutica, portanto podem ser experimentos secretos em desenvolvimento – principalmente à noite, quando as pessoas estão recolhidas em suas casas.

Nos últimos anos muitos ufólogos têm conseguido verdadeiras fortunas lançando livros e realizando palestras e convenções ao apelar para teorias e possibilidades sensacionalistas, deixando de lado as possibilidades mais racionais e céticas, até mesmo citando uma “suposta civilização inteligente submarina que ainda não fez contanto conosco”, fazendo o anacronismo com o desconhecimento europeu por parte da América até o século 15. Esse sensacionalismo faz com que pesquisas sérias acabem não tendo crédito no meio acadêmico e encontrem dificuldades gigantescas de financiamento por parte das universidades.

Os críticos apontam que usar como base relatos mitológicos não funciona como metodologia de pesquisa racional, cartesiana, metódica etc. Alguns especulam que seria um pouco mais simples: por serem avistamentos próximos a bases governamentais, seriam bases de experimentos subaquáticos.


Seja como for, os Osni’s conseguem a cada dia tomar a atenção dos seres humanos por conta da curiosidade junto aos discos voadores. Conhecidos como “discos voadores das águas”, o assunto dos Osni’s não termina por aqui neste parágrafo, mas pelo contrário: abre a possibilidade de mais pesquisa, mais propostas de raciocínios, mais mentes abertas para aquilo que a razão do ser humano ainda não consegue compreender.